terça-feira, 12 de abril de 2011

NAYAH FAZ TEMPORADA TODAS AS SEXTAS DE ABRIL NO NOVA CAPELINHA

As sextas-feiras de abril ganharam um novo movimento em Piratininga (Niterói). A banda NAYAH faz uma temporada no Nova Capelinha (antigo “Capelinha”) e traz semanalmente convidados para a sacudir a cena musical local. Por lá já passaram Tico Santa Cruz e a banda Rebú (trabalho paralelo do vocalista da banda Detonautas Roque Clube), o músico Maurício Baia, e na próxima sexta, dia 15 de abril, é a vez do Rapper BNegão.

Segundo JPunk, um dos vocalistas da Nayah, “a idéia é fazer uma noite diferente, com novas alternativas de shows no Nova Capelinha, que já está acostumado a receber o público de pagode e outras festas”. E o resultado está sendo casa cheia todas as sextas. “Com capacidade para 700 pessoas, às 22h, a entrada do Nova Capelinha tem filas de dar voltas com as pessoas querendo garantir a sua entrada”, comenta Fernando Neto, responsável pelo Nova Capelinha.

Os shows começam a partir de meia-noite, e na abertura da casa e nos intervalos, DJ JPUNK + DJs convidados tocam o melhor do Hip Hop, House e Rock.

BNEGÃO


Considerado um dos principais e mais criativos rappers do Brasil, o ex-MC do Planet Hemp (banda com a qual alcançou a marca de 1.000.000 de cds vendidos), lançou no final de 2003, de forma independente, seu primeiro disco-solo, Enxugando Gelo, com a sua banda atual, os Seletores de Frequência.Reconhecido como um dos melhores lançamentos daquele ano, Enxugando Gelo ganhou, entre outras menções, o prêmio de "melhor disco de rap/black music" de 2003 pelo Prêmio Dynamite, o maior da música independente no Brasil.

Em 2004, BNegão foi contemplado com o prêmio "Orilaxé", numa grande votação promovida pela O.N.G. Afro-Reggae, como "melhor cantor de Black Music" de 2004 e seu cd "Enxugando…" foi citado pelo jornalista Daniel Brown, um dos maiores especialistas em música da Europa,como um dos 5 principais lançamentos daquele ano,em todo o mundo. Em 2007, lançou o cd "Baile Bass", com o Turbo Trio (projeto com os produtores Tejo Damasceno e Alexandre Basa).

Após realizar vários shows por todo país e pelo Velho Continente (14 tours pela Europa,entre 2004 e 2011), o rapper se prepara para lançar aguardado (e já lendário) segundo cd dos Seletores de Frequencia, ainda esse ano. BNegão já gravou, e tocou como convidado, com alguns dos principais músicos do Brasil e do mundo, entre eles ,Tony Allen(Fela Kuti e The Good, The Bad,The Queen and The Princess), Public Enemy, Manu Chao, Afrika Bambaaata, Nação Zumbi, J.T.Meirelles (Copa 5, Jorge Ben), Bernard Purdie (Aretha Franklin, James Brown, Miles Davis,B.B. King), Sepultura, Macaco, Slackers, New York Ska Jazz Ensemble, Raul de Souza, Elza Soares e Robertinho Silva.

NAYAH



Em estúdio gravando seu próximo cd sob a regência do "Mestre" Arthur Maia, considerado um dos 10 maiores baixistas do mundo, e ainda produtor musical e da "GIG" de Gilberto Gil a 17 anos, a NAYAH vem preparando um trabalho de primeira, para circular não só pelo Brasil, como também pelo exterior. Seus shows emplogam o público, que canta junto hits como: Sinta a Energia, Surfo pela Vida, Remexe, Nayah Groove, Foge pra Lua, entre várias outros.Em sua acendente carreira a Banda Nayah assinou com a gravadora Coqueiro Verde Records (www.coqueiroverderecords.com.br), e entre as conquistas dos 10 anos de estrada estão: "É só você querer" que fez parte da trilha de Malhação, Coletânea Oi FM pra todo Brasil, palcos como Canecão, Circo Voador, Citibank Hall-RJ, festivais como "Planeta Atlântida-RS", "Humaitá pra Peixe" e "Benex" entre outros tantos shows maravilhosos.

As músicas da NAYAH estão disponíveis para serem baixadas pela internet pelo site www.nayah.com.br

Serviço:

NAYAH convida BNEGÃO - Sexta-feira - 15/Abril - 22h
DJ JPUNK + DJs convidados tocando o melhor do Hip Hop, House e Rock nos intervalos.
Nova Capelinha - Av. 6, s/n - Piratininga - Niterói

Capacidade de Público: 700 Pessoas - Classificação Etária: 18 anos

Ingresso: R$20 (FEM.), R$ 25 (MASC.)
LISTA AMIGA: R$ 15 (FEM), R$20 (MASC.) listanayah@gmail.com

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Palco ColetivaMe​nte - estreia 16 de abril


O coletivo de produção cultural ColetivaMente, com apoio do Projeto Bandas, traz ao Morro Santa Marta o projeto Palco Coletivamente, evento mensal que contará com shows de artistas da cena independente. A entrada é franca + 1kg de alimento não perecível, que será revertido para entidades carentes da localidade.


Sempre aos sábados, a partir das 19h, o palco ao ar livre montado no Bar do Seu Antônio será tomado por shows de bandas apresentando variadas vertentes do universo independente. Palco ColetivaMente é uma iniciativa que quer apresentar ao público local a novidade e a diversidade musical não expostas à mídia de grande circulação. A gratuidade e a apresentação ao ar livre fortalecem a ideia da cultura para todos.


Cada edição contará com apresentação de 3 bandas independentes, e a estreia será dia 16 de abril com as bandas Wagner José e Seu Bando, Mosaico e Destemido Walace.


Atenção: em caso de chuva o evento não acontecerá.


SERVIÇO:


Palco ColetivaMente no Morro Santa Marta.

Dia 16 de abril, 19h até meia-noite.

Shows com Wagner Jose e Seu Bando, Mosaico e Destemido Walace.

Entrada franca + 1kg de alimento não perecível.


Local: Bar do Seu Antônio, na Rua Marechal Francisco de Moura, 125, subida do Morro Santa Marta, Botafogo (referência: subir pela Praça Corumbá na Rua São Clemente. Pra quem vai de carro, sugerimos entrar pela Rua Voluntários da Pátria e estacionar na Rua da Matriz).

Na web:
http://coletivamente.com/

Fleeting Circus: você ainda vai ouvir!


Muitos aqui no Rio reclamam que a cena é fraca, que as bandas não têm lugar para tocar, que o carioca não está aberto para ouvir artistas novos e tantos outros blablablas. Verdades e mentiras a parte, a cena acontece sim, e de maneira totalmente underground.

Esta semana, na última terça feira, fui conferir o show da banda Fleeting Circus, na PUC. Conheci os três garotos, Taynã, Rodrigo e Daniel, quando gravamos o programa Na Veia bem no início deste ano. Na época, ainda era Parentese, aliás um nome bem fraquinho para banda de rock. Soa meio infantil. A conversa com os meninos rolou numa boa, mas confesso que não levei fé no som deles, apesar de ser totalmente a favor de bandas brasileiras cantarem em inglês.

Mas nada melhor do que conferir o som ao vivo e tirar a pulga atrás da orelha. Da gravação do Na Veia pra cá, a banda trocou de nome, gravou clipe, tá bombando com os shows e o melhor, só cresce cada vez que conquista mais um fã. Aqueles três meninos, amigos de condomínio do Recreio, bairro carioca onde só tem mansão, têm muito a oferecer. Dai vem a pergunta: mas o que eles podem me oferecer? A Fleeting Circus não dorme no ponto e oferece o rock mais puro na íntegra!

Com o show da PUC, confesso: estou sem palavras. É maravilho ver um artista se entregar a musica, ao show, a plateia, mesmo que esta seja uma meia dúzia de gente. É mais maravilhoso ainda, quando tudo isso se junta a uma banda de três garotos, que sabe muito bem o que quer. A Fleeting Circus faz rock sem firula, é algo que contagia, hipnotiza, te deixa em êxtase.

As mudanças acontecem para evoluir. Fleeting Circus é Rio, Londres, Japão, New York. Fleeting Circus é do mundo! Uma banda de três garotos que você vai ouvir e reouvir por ai, seja qual for o seu endereço.

Ainda bem que a pulguinha foi embora! Vida longa a Fleeting Circus!

Na web:

http://www.myspace.com/fleetingcircus

Confira o clipe da musica Fake Station

quarta-feira, 6 de abril de 2011

The Snobs eles não têm nada!

Os sinos dobram,a voz do cantor ecoa e são abertas as portas para o mundo snobiano... Mundo de sons e versões, gostos e gestos.

Do canto se ouve até a respiração...silenciosa,poética, vibrante e quente. Dos instrumentos se ouvem a ilusão aparente de querer descobrir os segredos dos sons do mundo.

Ouvimos encantados... imaginando a dor,o suor,a caneta deslizando no papel transmitindo a imaginação e a fascinação do compositor pela vida... reesignificando através da tinta o amor.

"Amar é viver" Por: Helena Maria Nunes Queiroz-Pedagoga


A THE SNOBS surgiu na pequena e pacata cidade de Paraibuna em meados de 2006. Seis amigos juntaram-se nesse projeto de remar contra a maré do comum.Em meio a coretos, ponteios de viola no chão caipira, overdrives e internet surgiu um rock autoral de múltiplas referências, mas com uma identidade própria no cenário da música independente. Com letras bem elaboradas e arranjos conscientes produzem uma sonoridade que passa longe da repetitiva e banal realidade. É um rock diferenciado que respeita as experiências do passado, dialoga com o atual cenário da musica independente e busca pesquisar formas de expressão que fuja da armadilha da homogeneização do mundo global. Não há limites, rasgam-se os rótulos, mostram-se as caras, escancaram-se para o novo: “Ser snob é ser você mesmo”.

Por: William Joseph Gomes de Oliveira – Psicólogo e gestor cultural.


Na web: http://www.thesnobsoficial.blogspot.com/

Modernidade e caos = Stereo Mob

Modernidade. Caos. Sarcasmo. Romantismo. Essas palavras resumiriam bem o rock destes quatro mancebos? Mais que isso, a Stereomob consegue soar moderna, mas sem maravilhosas pretensões inovadoras e revolucionárias. Caótica, porém concisa; sarcástica, sem ser irritante o tempo inteiro; e romântica, fugindo de qualquer pieguismo digno de Sessão da Tarde.

As canções destes cariocas remetem a qualquer pista de dança abarrotada de desconhecidos em uma sexta-feira ordinária. Bateria dançante, baixo bem marcado no melhor estilo 70’s e riffs grudando nos ouvidos formam uma boa receita pra sonoridade Disco-Punk da banda. A Stereomob encontra uma importante linha tênue entre o que te faz mexer os sapatos e ao mesmo tempo balançar a cabeça, inserindo uma dose mais que generosa de Rock’n’roll em suas composições. Referências a Franz Ferdinand, Arctic Monkeys, Kasabian e Bloc Party são presentes, servindo de pano de fundo para timbres, harmonias e levadas, numa mescla de refrões intensos e urgentes com versos bem cadenciados e pulsantes.

Em tons coloridos e irônicos a Stereomob mostra o seu rock desconcertante, marginal e requintado, um misto de paradoxos e ambigüidades tão comuns ao mundo moderno. Música pra se ouvir batendo os pés. Não é de se surpreender que o rock sempre fale das mesmas coisas, dos mesmos casos e anseios. O rock é jovem, ele precisa disso, e ele precisa de cores e diversões que se perderam por aí... até agora.

Apesar do pouco tempo de vida a banda se prepara para lançar seu EP de estréia, juntamente com o primeiro single logo no início do ano. O ímpeto jovial aliado a combustão criativa da Stereomob já nos dá boas pistas do que podemos esperar do mais novo rebento roqueiro das pistas de dança.

Por Ricardo Gameiro

Na web:

http://www.myspace.com/stereomobmusic
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