“Jardim”, primeiro CD da carreira solo de Vivian Benford, remete a imagens que despertam os cinco sentidos mesmo na primeira audição. O álbum reúne uma combinação deliciosa: melodias delicadas e bem produzidas, interpretação intensa e letras que mais parecem um diário, espécie de trilha sonora da vida de qualquer pessoa.
Ao longo de 7 músicas, Vivian Benford canta saudade, nostalgia, memórias e relacionamentos. “Jardim” tem um estilo que mistura rock inglês com MPB. Conta com composições de Manoel Magalhães, Rodrigo EBA!, Arthur Tofani e Leo Paiva, artistas que vêm despontando fora do mainstream. A produção é de Gustavo Krebs, Técnico Assistente da Biscoito Fino. "A idéia do disco surgiu num passeio pelo Aterro do Flamengo, tendo como inspiração as áreas verdes das grandes cidades. Durante a pesquisa de repertório, surgiu a idéia de regravar uma música da minha bisavó, ‘Lago Azul’, que era compositora de música caipira e foi gravada por vários sertanejos. O nome dela é Ricarda Jardim. Por isso, ‘Jardim’ é uma homenagem a ela e uma referência ao meu recanto favorito", explica a cantora.
A proposta de "Jardim" é ser totalmente virtual. No site da cantora, pode-se baixar o CD em áudio, o encarte e as faixas em mp3, além de ter acesso às letras e aos clipes. E ainda, quem quiser colaborar, pode pagar qualquer valor através do site Pay Pal. Para divulgar o novo álbum, Vivian Benford já participou da Sexta Edição do Terça Demo (evento com cobertura do Multishow), do evento de artistas femininas “Gloss”, do evento Fnac n' Rock, de programas de rádio, foi artista “Oi Novo Som” com destaque na programação da rádio OI FM, entre outros. Jardim foi eleito um dos melhores discos de 2010, pela revista Acesso Total. A cantora é responsável, também, pela concepção e realização de seus videoclipes.
Sobre Vivian Benford:
Vivian Benford é publicitária, mas sua vocação para a música despertou muito antes do ingresso na PUC-RJ. Aos 16 anos iniciou aulas particulares de canto. Durante 5 anos teve uma rotina intensa de apresentações como cantora do coral da universidade. Em 1999, torna-se cantora da Clarim Diário, banda carioca de pop-rock que participou de diversos festivais de música e lançou CD pela Planet Records. Em 2004, o grupo alcançou sucesso em rádios como MPB FM pela execução da música “Manhattan”.
Em 2005, Vivian Benford ingressa na Perdidos na Selva, banda cover de sucessos dos anos 80. Por três anos cumpriu agenda em importantes casas de show como Canecão, Fundição Progresso, Circo Voador, Teatro Odisséia. Lançou dois DVDs com o grupo: “Festa Ploc 1” e “Perdidos na Selva ao vivo no Canecão”. Com a Perdidos a cantora se apresentou em diversos Estados como São Paulo, Minas Gerais e Amazônia, para platéias maiores, com mais de 10 mil pessoas. Em 2008, a cantora decide sair do Perdidos na Selva para começar a carreira solo como artista independente. Durante cerca de dois anos selecionou repertório, produziu o CD “Jardim” e manteve agenda de apresentações solo e participações especiais com o Perdidos.
Em 2009, além dos shows, ingressa na Cia. Bachiana Brasileira, com a regência de Ricardo Rocha. Em 2010, Vivian lança seu CD virtual "Jardim" e continua suas apresentações, criações de vídeos, divulgação na internet e em outras mídias.
Na web: http://www.vivianbenford.com/
http://www.oinovosom.com.br/vivianbenford
Twitter: @jovensnao
Facebook: http://www.facebook.com/jovensnao
Jovens Não é:
Guitarra/ Voz : Marcelo Jhonas
Baixo: Felipe Monteiro
Bateria: Mario Braune
Há quem diga que o rock não envelhece, e sim amadurece. Mesmo para os mais céticos, é inegável que o estilo tenha passado por inúmeras transformações nos últimos 60 anos, servindo até mesmo de base para o surgimento de novas tendências musicais. Sem desvirtuar o bom e maduro rock ‘n’ roll, a banda Donna Lee aparece no cenário musical carioca como a promessa de que dias melhores virão.
Fugindo das tendências mais atuais do rock nacional, como o emocore e, mais recentemente, o “rock colorido”, a banda consegue unir influências que remontam à raiz do rock brasileiro com uma inventividade característica da capacidade inovadora da juventude. A essa modernidade sonora, que se caracteriza tanto pela originalidade de sons quanto pela sinceridade e maturidade das letras que compõem suas músicas, acrescenta-se a modernidade virtual: se as novas tecnologias da era digital são comumente vistas como negativas para o ramo musical em função da pirataria, a Donna Lee consegue reverter esse quadro usando a própria rede para divulgação de seu trabalho. Não é à toa que, com um perfil de mais de 36.000 acessos (desde setembro/2010 até Fevereiro/2011), a banda aparece como uma das mais visitadas no portal Oi Novo Som, além de contar com um myspace que, em dois anos, obteve cerca de 115 mil acessos e mais de 240 mil plays!
Pedro, Ricardo, Daniel e Rui são os quatro jovens rapazes que, na clássica formação de duas guitarras, baixo e bateria, dão vida a essa nova expressão do nosso rock. Levando em conta apenas o ano de 2010, a Donna Lee foi vencedora dos festivais Conexão Vivo 2010 e Maracatu Lunático, levou seu som para fora do estado, sendo muito bem recebida na Bahia, e contagiou mais de 15.000 na abertura do show da banda Detonautas em São Pedro d’Aldeia (RJ). Atualmente, figura como uma das bandas mais recorrentes das casas da Lapa, onde, inclusive, realizou um show exclusivo de mais de duas horas no Rio Rock & Blues Club.
É nesse perfil e nesse caminho trilhado – e ainda em percurso – que aposta Guto Goffi, produtor e baterista do Barão Vermelho (banda que, aliás, tem grande influência sobre a Donna Lee). Em fins de outubro, Guto levou a Donna Lee a seu estúdio para a gravação e produção do novo single “Enquanto ela não se for”, já disponível no myspace da banda. A canção, que reúne e traduz os ideais desses quatro garotos em torno daquilo que eles amam fazer e sabem fazer melhor, também dá esperança àqueles que esperavam uma nova guinada do rock, ao mesmo tempo em que surpreende mesmo os ouvidos mais distraídos.
Na web:
http://www.myspace.com/donnaleeoficial
FESTA IT'S ALRIGHT! - DOM, 27/MARÇO
PÓS-PRAIA COM SOULPOPSAMBAROCK EM IPANEMA
Das 18h à meia-noite. Cedinho. Da praia para o Conversa Afinada, sem frescura!
Shows com DJANGOS e REDTRIP > www.djangos.com.br / www.redtrip.com.br
A REDTRIP vem com seu pop rock do disco “Pensemsalvar”, que tem participação de Gilberto Gil e produção de Sergio Chiavazzoli. Formada por Ricardo Romão (vocal e violão), Dudu Azevedo (bateria e voz), Danilo Loria (guitarra e voz) e Henrique Lott (baixo e voz), a banda reúne influências que vão desde os grandes clássicos do blues e do rock às vibrações do reggae da música brasileira. Algumas canções da Redtrip fazem parte da trilha sonora do filme “Muita calma nessa hora”.
Com o CD pronto, gravado e produzido por Marcelo Yuka com arte de Raul Mourão e Quito, a DJANGOS (Marco Homobono - guitarra e voz, Jj Aquino - bateria e Lyle Diniz - baixo) vai lançá-lo em maio. Para o show, as clássicas "Raiva Contra Oba Oba" e "Sopa de Jornal" e "Rela Bucho Rasta Pé" (do cd Raiva Contra Oba Oba), e ainda "Operação São Jorge", "O Alvo" e "Imigrante Ilegal" são algumas das novas composições no novo CD, que conta com participações especiais de Marcelo Yuka, Lazão, João Xavi e Amora Pêra.
Para dançar na Pista c/ Tim Maia, Benjor, Seu Jorge, Mutantes, Jackson Five, James Brown, Mutantes, Móveis Coloniais de Acaju, Los Hemanos, Paralamas, Chico Science, Amy Winehouse, O Rappa, Novos Baianos, Beatles, Titãs, Banda Black Rio, Farofa Carioca, etc. com DJ RENATO JUKEBOX (Festa College).
Na Festa, Jô Rocha - Cinnamon Produções, estará comemorando mais de 60 apresentações de bandas e artistas independentes realizadas de Julho/2010 até agora, sem patrocínios, mas com a cooperação de amigos, parceiros e músicos. “Desde 2002, a Cinnamon Produções valoriza e aposta na cena independente brasileira. Realizar essa maratona de shows com sucesso é motivo de comemoração, sim!”, diz Jô.
SERVIÇO:
Festa It's Alright! - Dom - 27/Mar - das 18h à meia noite.
Shows c/ DJANGOS E REDTRIP - Pista c/ DJ RENATO JUKEBOX
Class. Etária: 18 anos - Capac. de Público: 200 pessoas
Ingresso: R$ 20,00 na hora ou R$ 10,00 na Lista Amiga
(Mande seu nome para festaitsalright@gmail.com ou
confirme sua presença n o site LISTA AMIGA)
Ouça. Mas ouça mesmo, porque a Banda Ultimato faz jus ao nome. Se você colocou o disco para tocar, o caminho é único. Sem saída. O som da banda é literalmente uma declaração final e irrevogável que te conduz, inevitavelmente, a ouvir todas as faixas. E pode ser que você, absolutamente siderado, ande em círculos e ouça de novo. E de novo. E de novo. E sem cansar. E...de novo.
Apesar de a música brasileira viver, há anos, sob a égide das comparações e dos conceitos-chave, para ouvir o Ultimato é preciso deixar de lado antigas premissas e rubricas. Esqueça, sobretudo, o que se ouviu até hoje – em tom pejorativo - sobre produção caseira, banda independente e som jovem. Será preciso reaprender, agora em tom respeitoso e admirador, o que esses três conceitos, em especial, significam no trabalho da banda.
O disco, composto por 12 faixas autorais, foi produzido e gravado num estúdio improvisado em casa. A banda, formada pelos jovens músicos Arthur de Palla, Art, Guinho Tavares e Kadu Magalhães, não poderia demonstrar mais maturidade. Cada letra, cada arranjo e cada virada soam translúcidos a quem ouve, permitindo ver ao fundo a verdade e a seriedade com que os músicos encaram seu ofício: sabem exatamente o que e como querem.
O rock que a banda Ultimato faz é bem brasileiro: primeiro, pela genialidade das letras, que ora passeiam pela vida cotidiana e ora tangem caminhos mais distantes, entrecortados pelo jogo linguístico; depois, pela bem-vinda recepção que fazem das influências de todos os lugares, gêneros e sons. Ídolos e outras bandas, mesmo de outros tempos, entram pela porta da frente, ampla; por fim, pela estreita relação entre as letras - compostas por Kadu Magalhães, o poeta da canção, ou “letrista poeta” (por que não?) – e o contexto ao seu redor. Música de protesto, sim. Balada romântica, também.
Em “Vem ser você”, um dos pontos altos do disco - que será lançado ainda em 2011 – é permitida uma primeira entrada a essa sedutora brincadeira com a linguagem, que de certa maneira “resignifica” a letra, garantindo a ela mais de uma interpretação: “eu que não aguento mais vencer você” e, logo adiante, “não vejo resquícios de outro ser: vem ser você”. Garimpagem típica de bons poetas, que gera efeitos de sentido diversos para uma expressão única.
Ainda há espaço para a execução suja, virtuosa, acelerada, específica do estilo no qual a banda se encaixa. E, apesar de toda distorção, nada de estigmas ou rótulos. O som da banda Ultimato não cabe em formas pré-moldadas. Vai bem além. Letra e música escoram-se uma na outra, e por vezes caminhariam até sós, mas sempre sem muros.
Um brinde ao Ultimato, por ter gritado mais alto, por ter mudado os fatos. E viva quem brindar.
Na web:
http://www.myspace.com/ultimatooficial